Frölunda…
Wednesday March 26th 2008, 10:30 pm
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Ora bem, um pouco sobre o local onde vivemos, Frölunda.

(sim, é a “estrelinha” :P)

 

Basicamente é um aglomerado de prédios e nós estamos lá para o meio hehe.

Não esquecendo a super moderna paragem de eléctrico :P, Frölunda Torg.

 

E fiquem também a conhecer a equipa de ice hokcey cá da zona, Frölunda Indians (o nome não podia ser mais apropriado hehe).

E um cheirinho dum jogo…

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Viagem a Karlstad…
Monday March 24th 2008, 10:28 pm
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Partimos Sexta-feira (dia 21 Março) para Karlstad. É uma pequena cidade a cerca de 300 km de Göteborg.

Nevou durante todo o percurso; muito provavelmente o pequeno vídeo não passa a “imagem” do enorme manto branco que nos acompanhou durante toda a viagem.

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Já na cidade, ficámos no Karstad Youth Hostel.

Além de conhecer a cidade, percorremos um trilho perto do lago que banha a cidade.

E fica também aqui um pequeno vídeo duma cantora sueca…a cantar em sueco… só pela piada…hehe

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Mais fotos aqui.

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Do gueto, com saudade (Texto recomendado apenas às pessoas que me conhecem e que sabem que eu sou um anjo de rapaz!)
Thursday March 20th 2008, 1:52 am
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Queridos amigos e compatriotas; amores que por mim choram na nossa bela pátria,

É com um enorme prazer e com uma ligeira comichão no testículo esquerdo que vos escrevo da Escandinávia, agora que já lá vai um mês desde que estes machos latinos cá chegaram.

Gotemburgo é uma cidade agradável, organizada e com espaços que, se Deus nosso Senhor quiser, hão-de ser verdes quando a Primavera chegar. [Espaços esses onde eu e o Rui passamos os Domingos a apanhar o milho das pombas para fazermos pipocas para a semana toda, de tão cara que a vida é aqui. Eheh!] No entanto, há uma zona que destoa radicalmente desta breve descrição que acabei de fazer: Frölunda, meus caros. E de todos os belos locais onde eu e o Rui podíamos estar a viver, os indivíduos responsáveis pelo alojamento acharam que este nos assentava que nem uma luva. Para vos dar uma ideia da magia que paira neste paraíso, vamos fazer um pequeno exercício:

– Imaginem, por favor, sei lá…o fim do mundo! Já está?

– Agora,  metam-lhe um shopping! Que tal?

– Agora, para terminar, atirem para lá meia dúzia de suecos, carreguem nos iranianos, dois portugueses e um cheirinho a Pita Shoarma de tal forma intenso que, se deixarem uma carcaça à janela de manhã e a comerem à noite, é como se tivesse carne lá dentro. [Temos de experimentar, Rui!]

– Et voilá! Ça c’est Frölunda! [Pronto! É mau, mas não tanto.]

A faculdade, Chalmers,  é muito jeitosinha. Além de bonita e bem construída, fica num espaço aberto, com muitas árvores, onde até dá gosto passear. [Então quando é hora de trabalhar dá cá um gostinho…] No entanto, não posso esconder de vós a principal razão que faz desta escola um local tão harmonioso: Magdalena.

Magdalena é uma professora sueca, na casa dos 30-40 anos, que trabalha no meu departamento. [Para vos ser sincero, não tenho a certeza se ela é mesmo professora, mas que era menina para me ensinar umas coisas, isso era. Eheh!] E não há melhor forma de descrever Magdalena do que este pequeno poema de minha autoria, escrito em português arcaico: 

Não fazia por menos 

Magdalena de seu nome.

Tão belo corpo dá fome.

E que mal tem a idade,

Se ela é mulher e eu sou “hóme”? 

Magdalena é fantasia.

Em seus olhos traz o dia.

E em seu sorriso inocente,

Ai, meu Deus! Eu me perdia.

Magdalena é doçura.

Seu cagueiro é uma ternura.

E naquele gabinete,

Eu me entregava à loucura.

Mas Magdalena tem putos

E tem quem lhe guarde os frutos.

E por pior que me fique,

Eu vos digo com franqueza

Que me levava ao limite

Para dar a Magdalena cinco arrojados minutos.    

JB             

Ora bem! Parece que estou a ver a rapaziada aí a contorcer-se enquanto lê isto. [“Então aquele artista está-me na Suécia e só me fala de quarentonas?!”]. Têm razão! Vamos ao que interessa! Curto e grosso: as suecas caem-me aos pés e um latino, perante aqueles olhos azuis que até brilham no escuro, não pode perdoar. [“Olha o gajo! Caem-lhe aos pés…brilham no escuro, como quem diz que lhes afinfa ali pela noite fora, no escurinho do quarto…”] Não, não é isso. Eu é que tenho os pés um bocado compridos e as moças, coitadas, de vez em quando tropeçam. Portanto, este latino, em vez de não perdoar, tem é de pedir desculpa porque os pés são dele. Quanto aos olhos que brilham no escuro, é difícil não reparar, ou não fosse quase sempre de noite por cá. [Pois é, rapazes! Agradeço toda a fé que depositam em mim, mas, se têm ideias de vir um dia à Suécia com reputação de bons amantes, aconselho-vos a começar a torcer pelos restantes portugueses que cá estão.]            

Posto isto, como podem ver, estou a 100%. Sempre a viver a vida no limite.

Para terminar, gostava só de vos deixar uma ideia, ainda com respeito a Magdalena. É que um colega sueco que trabalha comigo tinha-me dito a princípio que o nome da senhora era Marghereta e esta cabecinha começou a pensar: “Marghereta…Marghereta…Margherita…pizza…”. Se assim fosse, podia ter sacado este Ás da manga (só para quebrar o gelo): 

“Oh, Marghereta! O seu nome é parecido com o daquela pizza…a Margherita. Palavra d’honra! Olha que há coisas do cacete! Pois é…

Tem graça! Estava aqui a pensar e parece-me que descobri outra semelhança entre si e a tal pizza…parece-me que ambas ficavam melhor se levassem chouriço…”

[Ingredientes da Pizza Margherita: http://splendidtable.publicradio.org/recipes/bread_pizza.html]

Hã? Quase que roça o ordinário… Deixa um travozinho a malagueta, não deixa? Assim, como elas gostam…Vá-se lá perceber como é que este lusitano continua a ser um justiceiro solitário. Palavra d’honra! Há coisas do cacete!

Beijos e abraços!

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Let it snow, let it snow, let it snow….
Monday March 17th 2008, 10:08 pm
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Ficam aqui umas fotos do dia de hoje… muita neve!!!

           

Mais notícias brevemente…!!

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Could you exchange ME for coins??
Sunday March 02nd 2008, 11:10 pm
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Duas semanas….

Um pouco mais de trabalho na faculdade…. haverá mais pela frente hehe…

Entretanto, já fomos a mais uns locais. Parámos no Olaf Caffé, próximo da faculdade e ponto de encontro para estudantes Erasmus.

Fomos também, por duas vezes, ao chamado “After Work”, em que se paga apenas a bebida (cerca de 2,5 euros) e a comida é à descrição. É certo que, em alguns desses pubs, é necessário deixar o casaco à entrada, pagando cerca de 3 euros.

Esta 6ª feira, à vinda embora duma festa Erasmus, começou a nevar

Ontem, sábado, era suposto irmos a outra, mas ao fim de algum tempo à procura do local, e tendo em conta o vento frio cá fora, acabamos por voltarpara trás…. Para a semana há mais …..

Hoje, fomos conhecer um pouco mais da cidade

Quanto ao título, “Could you exchange me for coins?”, digamos que foi apenas uma imprecisão no inglês num pedido para trocar uma nota….hehe

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