Avião descapotável – um projecto de verão

Maio 1st, 2007
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Gasolina – um nickname

Maio 1st, 2007
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Tempo irreflectido

Março 14th, 2007

Existe no ser humano muitas razões que o levam a viver, tendo umas um peso maior ou menor conforme as caracteristicas individuais do mesmo. Mas pensar no tempo que falta viver, olhar para o presente e ver que no futuro ainda iremos viver, pensar como se fossemos eternos talvez seja a maior razão para uma pessoa viver. Claro que nos jovens esta razão é mais acentuada mais penso que continua a existir mesmo nas pessoas muito velhas. Não olhar para a morte, não pensar nela mas sim na vida como algo sempre presente. A isto poderemos dar o nome de Tempo irreflectido, algo presente no ser e que lhe permite viver mas algo que não é pensado, como se não estivesse presente. Se pararmos para pensar um pouco neste tempo poderemos encontrar aspectos negativos como a inconsequencia de actos individuais humanos, a insignificancia do valor produzido. Pensar nestes termos poderá produzir sentimentos de frustração, no entanto poderá fazer o individuo questionar a sua existencia, a sua escala de valores, aquilo que lhe faz feliz. Pensar em termos existenciais poderá produzir uma maior proximidade do ser com aquilo a que ele esta mais susceptivel e consequentemente produzir na sua vida uma maior felecidade.

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vida=0=morte

Março 7th, 2007

O começo ( a vida )! Digamos que estamos no ponto 0. Vamos progredindo, vamos ganhando pontos, chegamos a uma determinada altura e olhamos para tras. tempo de refleção! O que progredimos!. Será desejavel progredir mais. Sempre assim para manter essa sensação de aperfeiçoamento, de melhoria. Mais tarde esse movimento vai acabar por diminuir e mesmo acabar. Temos entao o ponto maximo. A partir dai começamos a descer, a desapreder. Passado algum tempo estamos novamente no ponto 0 ou muito proximo dele. Esse ponto tambem se pode chamr de morte. Será entao a vida igual a morte? Se pensarmos em numeros vemos que ambas se aproximam de zero. Será a igualdade válida? Temos todo o tempo entre estas duas situações para tentar responder a esta questão! Talvez o inicio e o fim sejam o mesmo.E isso o que quererá dizer?

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A existencia do oposto

Março 7th, 2007

Homem, mulher, claro,escuro, triste,contente, são apenas alguns exemplos que constatam a presença do oposto. O sim e o não é o que está mais presente na vida do homem. Nos computadores temos o sistema binario constituido por 1ºs e 0ºs (o sim e o não). Será compreensivel enaltecer a existencia de um oposto sempre que uma dada coisa exista? Poderá uma coisa ser orfa de oposto? Talvez a caracterização da coisa exija a preseça do oposto! O que faz o ser humano progredir é esse mesmo oposto, pelo menos na maior parte das vezes. O que seria desejavel era que houvesse progressão mesmo sem haver o tal oposto. Poderia-se tentar criar classes sem opostos. Traria certamente novos valores,horizontes de progressão que permitiria uma melhor utilização do potencial ser humano! Mas como?

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O choque

Fevereiro 25th, 2007

Como prever que as coisas são compreendidas? Seria de salutar perceber como algo com valor de mensagem seria percebido quando alguem tem interesse consciente ou nao de o “atingir”. Poderia-se tentar fazer uma prova dos nove para ver se a conta estava certa 🙂 .  Poderá ser o choque, a intensidade um factor importante? Imagine-se o embate entre dois carros. Quanto maior a quantidade de movimento maior os estragos. A quantidade de movimento é defenida pela massa e a velocidade, duas variaveis portanto. No mundo das ideias quantas variaveis estao em jogo? Digamos que existem as variaveis a favor e as variaveis contra. Deveria o individuo ganhar consciencia de quando algo é bem aprendido. Teriamos as variaveis a favor em vantagem. A construção e tomada de consciencia de processos individuais de percepção de quando a mensagem é bem recebida. Poderá se assemelhar a um choque, a uma emoção. Depois quando esse sinal não estivesse presente então saberiamos  que algo deveria ser novamente aprendido. Teriamos uma maneira de melhorar.

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O erro ortográfico e gramatical

Fevereiro 24th, 2007

Gostava de ser escritor. Escrever um livro, dizer alguma coisa de valor, transmitir um pouco daquilo que penso, daquilo que sou. Antes de mais tenho de aprender a escrever pois é essencial num bom livro que se perceba a mensagem, que seja clara, não contendo obviamente erros ortográficos nem gramaticais. Pensar num tema. Primeiro ponto: um conteudo que permitisse tornar o erro ortográfico e gramatical insignificativo.  Mas como? Que tipo de historia? Poderia tentar no inicio explicar um pouco como o texto deveria ser interpretado, dar a forma de o ler, pois tratava-se de um livro especial, não permetia que os erros ortográficos e gramaticais lhe retirassem valor de escrita. Depois teria a tal historia onde se enaltecia o valor da mensagem digamos pura tendo no final a total compreeensão da obra ou o total fracasso! Se a alguem essa mensagem chegasse então teriamos uma nova forma de escrever, poderia tornar consciente a necessidade de talvez salientar que a presença de erros talvez permitisse uma melhor compreessão da ideia! Confuso?

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A outra montanha

Fevereiro 24th, 2007

Um desporto de aventura: alpinismo. Resolvi aprender. Diz-se que a práctica leva à perfeição. Se treinar talvez consiga chegar ao ponto mais alto da montanha, pensei. Esse é sempre o objectivo de um alpinista. Passado quase um ano de treino resolvi inscrever-me no concurso: Quem ganha a montanha. Havia um grande rival, já tinha feito aquela montanha inumeras vezes e em tempo record. Tinha o apoio da cidade. A competição começou. Tive um bom arranque, esforcei-me imenso, não cometi erros. Do outro lado o campeao. Quando de realçe me apercebi já lá não estava! Não tinha qualquer hipotese, era como todo o treino do mundo não chegasse para lhe chegar aos calcanhares. Fiquei em segundo! Nada mau, salientei no final.

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Fuga

Fevereiro 24th, 2007

O predio era alto. Ao todo cerca de 50 andares em numeros redondos. Estava atrasado para o primeiro dia de trabalho. Percorri a correr, toda a distancia que faltava até ao predio. O porteiro abriu-me a porta. Uma escolha aproximava-se. Esperar um pouco e ir num dos cincos elevadores ou usar as escadas. Resolvi esperar.

Finalmente um dos elevadores aterrou. Estava vazio. Carreguei no botão. Marcava o 49º andar. Por cima só o andar do presidente.

Era de realçar a velocidade que apresentava. Andar atrás de andar até que parou.  Cheguei ao destino em tempo record. Duvidava que alguém em identicas circunstancias conseguisse fazer a viagem mais rapido. Tive um dia cansativo, trabalho sempre a chamar. Já era de noite, era assim em dias de inverno. O relogio marcava 20:00. Sai. Mais uma vez esperei por o elevador. Um som: os elevadores estão avariados!. A multidão aglumerava-se. Surgia a pergunta: Descer 49º andares pelas escadas ou esperar que os elevadores se movimentassem?

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O sinaleiro

Fevereiro 20th, 2007

Estava um dia chovoso, os carros não paravam de percorrer a maior avenida da maior cidade  do planeta Escondido onde se encontrava o cruzamento mais complicado e perigoso, para quem, através de trasportes tinha de o percorrer. Num subito momento os semafores apagaram-se. Tinha ocorrido um curto circuito. Para resolver o problema na maior cidade do planeta Escondido foi chamada a policia. Era necessário um sinaleiro que fosse competente na tarefa de gerir o transito. Para tal feito o comandante do posto chamou o senhor Confuso. No seus quatro metros de altura e corpo de atleta o policia Confuso la deu inicio ao processo de controlo do trafego. Ja tenho muita experiencia diz ele gabado. Esta para vir que me consiga ensinar, conheço todos os truques. Olhava para o relogio e marcava cerca de dois minutos para cada rua. Dizia podem avançar, em frente. Passado um pouco levantava a mao esquerda e apitava. Mais dois minutos. Agora para a direita. Tudo isto se desenrolava de uma forma bastante certeira e rápida. Frente, esquerda, direita, tras. O dia chegou ao fim e os semafores foram compostos. Chega ao posto da policia e mais uma vez nao deixa o seu merito passar despercebido e conta o magnifico trabalho que efectuou. Todos o felecitam, mas um outro policia pergunta: Não ficaste confuso,desorientado com tantas orientações que tiveste que dar? Não diz ele gabado. Mas não reparaste que tava a chover e agora vais ficar constipado! frisa o amigo. Talvez o policia Confuso não tenha se apercebido da chuva na ansia de fazer um trabalho efeciente, talvez dizer tantas vezes: direira,esquerda,frente,tras o tenha feito esquecer da chuva ao ponto de poder ficar doente.O seu amigo talvez não cometesse o mesmo erro. Por vezes a esquerda,direita,frente,tras se possa confundir com ver,cheirar,ouvir,tocar, ou seja, com os sentidos mas agora do ser humano e nao do transito. Talvez se o policia Confuso tivesse menos atento ao seu trabalho não ficasse doente. Muitas das vezes os sentidos escondem a realidade e deixam as pessoas confusas.  

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