End of all things


Just imagine…if you had fainted one single time…if you couldn’t stand the pressure…if your spirit was too broken, your body hurted too much and your head wasn’t unable to think straight…if you said ‘no’ when you didn’t meant…and the life you built for yourself got ruined…then, what would you live for?

I think my life is over.

Share

Roads

Roads can be difficult.

What if we wouldn’t think about them?

We would still need to walk them.

But we wouldn’t know it.

What if all we did was trying to help all others, thinking in ourselves just after everyone needed?

Do I know someone like that? 🙂

 

 

 

 

givin’ it a better thought…seems quite a bad idea, won’t you agree?

Share

movimentos

Agora ao fim do dia, iniciam-se à nossa volta movimentos que prometem mudar.

Gritos, ordens, choro, sinais e sistemas.

Têm-se conversas à distância que deveriam ser pessoais.

Fala-se do passado.

Prevê-se o futuro? Negro estará? Ou colorido, como tem querido ser?

Dei comigo a pensar seriamente, quererei eu ser colorido ou negro? Estranho, eu pensava querer cores…afinal, não consigo largar a ausência da luz. Encontro alguma luz nessa ausência? Acredito que não, mas algo em mim diz que sim.

Impressionante, como não sabemos quem somos. Não quero voltar a falar de mais ninguém sem poder falar de mim mesmo e ter a certeza de não me enganar. Viva a boa nova.

Obrigado, Caeiro a Reis.

Share

A felicidade exige valentia.

 

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Fernando Pessoa

Considere-se inaugurado este blog.

Share