Um conto publicado.

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Capa colectâneaNo próximo dia 4 de Outubro, vai ser lançada a colectânea “Arte pela Escrita – Colectânea de prosa e poesia”, uma obra que faz a compilação de textos de 37 autores que por norma se encontram no café virtual do EscritArtes, e onde figurará um conto escrito por mim.

São 37autores, no total, oriundos do Minho ao Algarve, passando pelas regiões autónomas e pelo Brasil. Uma montra do que, em prosa e poesia, se vai fazendo em língua portuguesa.

O lançamento acontece no dia 4 de Outubro, pelas 14h30 no Clube Literário do Porto. Espero contar com a vossa presença.

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Mais um blog

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Criei recentemente mais um blog, desta vez dedicado inteiramente à crítica literária. Passem por lá e comentem.

http://livrosemcriterio.eraumavezumrapaz.net/

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And now, Twitter

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http://www.twitter.com/tim_booth

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Impossible desires

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I want a power trio just for me!

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Yet another digital me

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Well, since my videos on youtube are really shitty, I created a musical profile on myspace so I could upload a few better records. Check out especially the Purple Haze cover, I’m really proud of it. Drop by sometime.

http://www.myspace.com/timboothmusic

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Acordo Ortográfico – Semear a discórdia.

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Apeteceu-me semear a discórdia hoje. Há opiniões contra e há a favor. Há razões de um lado e do outro. Há razões sentimentais e razões práticas. Acima de tudo há defesas  com unhas e dentes tanto de um lado como do outro. Antes de apresentar os meus argumentos, fico à espera dos vossos.

E digo-vos que sou contra a implementação do acordo ortográfico, que de novo só tem o nome e a notícia.

Agora, discutam.

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Mais uma identidade

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Mais uma identidade on-line para juntar à colecção, agora é no Flickr, passem por .

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Adeus MIEIC, Adeus FEUP

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Se este adeus parece um pouco antes do tempo, é porque o é na realidade. Vou mudar de curso, e, consequentemente, de faculdade.

As razões para isso? Várias. Talvez demasiadas para serem enumeradas. Ou talvez não. Cheguei a um ponto da minha vida, após cinco anos a estudar informática (três no curso tecnológico + dois na faculdade), dois dos quais com um trabalho em part-time como programador, apercebi-me que não o quero fazer para o resto da vida. Nem todos têm a sorte de se aperceber disto tão cedo como eu, por isso, de certa forma considero-me um felizardo.

Deixo o MIEIC para perseguir um curso que me aproxime mais daquilo que me apaixona realmente: a escrita (http://www.eraumavezumrapaz.net) . Este ou este estão no topo das minhas escolhas. Dizem-me que vou para um mercado sem emprego e têm razão. Mas prefiro passar dez anos à espera da oportunidade de fazer algo que me vai dar prazer do que passar quarenta a sentir-me miserável.

O que vai ser de mim agora, não sei. Só que vou ter de voltar ao terror dos exames nacionais para fazer a prova de Português e à demência das candidaturas, mas estou disposto a isso.

Àqueles que comigo iniciaram esta caminhada há dois anos atrás desejo todas as felicidades e espero que sejam capazes de encontrar neste curso aquilo que nunca encontrei; aos que me receberam quando entrei no mundo do ensino superior, professores, alunos e funcionários, agradeço porque foram capazes de mostrar que o meu caminho ainda mal tinha começado; aos meus amigos da Brigada, bem, pessoal, a gente fala no Linev quando formos jantar…

Não sinto que tenha dado um passo atrás. Antes um passo ao lado, como a Dra. Helena, psicóloga da FEUP, me disse. Esta foi uma das decisões mais difíceis que tive de tomar, mas, ao mesmo tempo, uma das que mais me aliviou.

Quanto a este blog, eventualmente migrará para outro service provider, mas sobre isso outras notícias aqui surgirão.

Adeus MIEIC, adeus FEUP.

Olá vida nova.

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Cortejo Queima 08

Fotografia, Porto 1 Comment »

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Update

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Só uma nota: esta foto não é fake, foi mesmo tirada pelo meu precioso telemóvel, em Portugal, no Millenium BCP do Norteshopping, ao lado da FNAC, em frente ao Modelo.

By the way, pessoal dos SeMitivators, isto não é uma boca, vocês é que me lembraram que isto pode andar por aí a correr a net, assim reclamo já autoria a tempo e horas.

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ATM FAIL

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James – Upside

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James – Hey, ma – Review

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heymaalbumart.pngThe album is out. Finally. After a seven year hiatus, a reunion, a tour, a new best of compilation, Hey, Ma is finally in the stores. I’ve waited almost a week before saying anything about it for two reasons: I haven’t had much time to write anything and if I did after one hearing, I wouldn’t write the wonderful things that I’m about to write.

I’m re-hearing the album for the millionth time as I write this review, so I will write about each song separately. At least this way I have an excuse to enjoy once again each song with a glass of whiskey in one hand. Let’s do it. Glass in one hand, just press play, and start typing.

Bubbles: A soft start for a screaming album. The simple acoustic guitar riff and the steady drum beat open the door to a strangely calm voice of Tim Booth (the original, of course) . This kind of beginning reminds me of the beautiful Out to get you start to the hit album Laid, back in ’93. The song starts peacefully but ends in a crescendo of trumpets and keyboards. The lyrics could be interpreted in two ways: the “official” explanation of the birth of Tim Booth’s first son or, in a more broad view, the rebirth of a soul, in this case, the soul of a great band. 9/10

Hey, Ma: Third-single material in my opinion. Strong and straight forward political anti-war lyrics (kinda like the old Mother), simple song structure, small chorus and clean instrumentals. It’s a simple song, however, a beautiful one. Personally, this kind of lyrics isn’t my favourite type: too literal (Hey, Ma, the boys in body-bags coming home in pieces), but I can see the power rising from this song. Tim’s great voice isn’t well explored yet, except in the last bit of the song. An overall good song, however a bit distant from the rest of the album and the trademark of James. 8/10

Waterfall: It starts with a good drum beat (as always, courtesy of the master Bayton-Power) and after a bit the distinctive Andy Diagram trumpet riff kicks in. A single, surely. A relaxed song about growing up. As the lyrics say, Under the waterfall it’s cold and clear, after a certain barrier, all seems much clear. The I’m so cynical bit is a classic Tim’s footprint. 7/10

Oh my heart: The first really loud song of the album. It remembers me of such albums as Millionaires with a more common song structure and a really powerful guitar riff in the chorus. That’s my favourite part of the song. Tim’s voice begins to show itself in this track. It’s almost chaotic with all the instruments playing at the same time, and that’s the beauty of this song. Not one of my favs, but surely one that will get massive attention. 7/10

Boom Boom: A flavourless all at once start for this song. I’m sorry, but I just can’t find the enchantment in this song besides the pre-chorus. The chorus isn’t catchy and the guitar is too clean for this sort of song. It wouldn’t hurt some distortion in the guitar riff and the trumpet is barely doing it’s job. Positive mark for Mark Hunter (nice pun, hey?) keyboards and Saul Davies violin. The song that I dislike the most in the whole album, but a good song nonetheless. 6/10

Semaphore: Great start to one of the quietest songs in the whole album. Beautiful guitar intro. Angst lyrics, although a bit clichètic if there is such a word. The whole music kinda sounds like Top of the world on speed, although it can’t achieve that quality. I don’t like the fade out ending, but I assume that it was an hour long jam for an ending, which will do marvellous on a live show. Great song. 9/10

Upside Down: A passionate song for the whole gang. The first really passionate song in the album, I would say. Powerful, yet simple lyrics. This is not the cry about Immigrant labour that I’ve been hearing out there. Come on people, listen to the damn song: My work’s about words and sounds you can taste/Violins and trumpets, and chocolate cakes the words “words”, “sounds”, “violins” and “trumpets” mean anything to you guys? They’re talking about themselves and the time they spend away from their families, for God’s sake. Stop trying to glue a social commentary to such simple lyrics. I love Tim’s start in this song and I simple adore the passionate way he sings this track. It really shows he ments every word he sings. His voice too almost full potential in here and Andy’s trumpet, although not very distinctive, really creates a great harmony. Larry’s (not sure if it’s he or Saul here) solo is as powerful as it is catchy. Truly a great song and the best in the album for me. I would only change that middle soft part, but hey, that’s just me. Upside: A great song; Downside: None. 10/10

I just finished my whiskey, so I think I will be briefer in the last bunch of songs.

White Boy: The first single. Very well chosen, I would say. It really shows all their potential, however, it will be very strange for most people and won’t get much air time in radios. But it’s James at their best. Andy’s trumpet is the best in the album, and boy, it is great. Magical I would say, and most definitely, my favourite part in the song. Tim’s lyrics are the funnier and most relaxed in the whole album and his voice really shows itself in the chorus. Very good song. Not a perfect 10, because I promised myself I would only grant one, or else almost all the other songs would get 9′s and 10′s, and that would just mess up the grading system. 9/10

72: The only spiritual song in the album. Not really my cup of tea, I wouldn’t apply so many effects to the voice track. A bit funkier than the rest of the album, but a little change is always very welcome. The lyrics are a bit shadowed by the excessive effects, but are really powerful, in the same spirit of the classic God only Knows. It could’ve been one of the best songs in the cd, but lacks something I can’t quite put my finger to. But it’s growing on me, I will give it some more attentive listening, maybe my opinion will change. I will let you now if that happens. 8/10

Of Monsters, Heroes and Men: Just love Larry’s start to the song. It will mislead you, it’s a very sweet song, not the hard rock it may seem in the first second. I haven’t heard the lyrics with the attention they deserve, but up until now it seems to talk about the personal quest to surviving to life’s minor setbacks (either way, we’ll survive). Andy’s trumpet it’s a bit more lyrical and classical in contrast with the power showed in other songs. It also suits him, he’s a great musician. The crescendo end seems familiar but I can’t link it to any other song. Maybe to Sound, but I just can’t be sure. 9/10

I want to go Home: Starts of with a mix of Saul’s violin and some of Mark’s keyboard effects. The voice seems a bit out of tune in the very beginning of the song and it’s the only negative point to the whole song. The album starts softly and ends homesick (Come Home, anybody?), a recurring theme to Tim’s lyrics. They are clearly desperate (sex is NOT overrated, right guys?). It’s a first person monologue of a man who’s trying to pull himself out of the bottom of a bottle, crying to get his old life back. It’s a very pleasing song and a sad end for a great record. 9/10

And that’s it. I was really cheap in giving the songs ratings, but I didn’t want to seem to partial. To me, they all deserve perfect 10′s. I couldn’t end this review without mentioning Jim Glennie’s steady bass. Unfortunately, in this record, he doesn’t show the potential we all known that he has (Sound in the live cd Getting away with it… Live is a great example), but I couldn’t afford not to mention the only founding member of the band still in it (if we count the time they lived before being called James, curiously after the man Glennie himself). He’s a great bass player and deserves credit for it. And for reuniting my favourite band of all time. Kudos for you, Jim my man.
In overall, it is more than a simple comeback album. It’s not their best work, but it’s definitely in their top 5. It makes us ache for a next record, with the same formation, after all the engines in the complex machine that is James being well oiled. An overall rating of (drum roll David, please): 8,3/10

Give the album a chance, don’t give up on your very first listening, you probably won’t like it very much. But a warning is issued: If you re-hear it, it will grow on you.

And I know, such a long post is boring and time consuming to read. But give it a try, I spent at least ten times the time you took reading, writing it. For those brave ones who lasted until the last line of this review, I salute you!

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Props pró ppl

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Dá jeito ter no teclado. Eh eh eh…

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Boa vida.

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Eu sei.

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Ubuntu desktop and the new sound.

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This is my beautiful new desktop. I’ve only used AWN as a dock bar, all the rest is customization from Ubuntu. It’s not ready yet, I’m still thinking about putting one or two docklets out there (System monitor, Calendar…) and change the upper bar.
I’ve also solved the sound problem I was having. I had to update the ALSA drivers and to follow this tutorial. And now it ROCKS!
I will continue to update you on my Ubuntu adventure. I’m really loving it!

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My first Ubuntu boot

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I just installed a dual boot system on my new machine, with Ubuntu (Gutsy Gibbon) 7.10 and WindowsXP SP2. Everything is working fine in windows, and, so far, only the sound isn’t working on Ubuntu. However I’m currently updating the system, hopefully it will solve itself after this.

I’m the proud new  member of the Linux community!

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My new baby (part IV… no wait, V. No, wait… I don’t know.

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Processador: Intel Core2 Duo T7250 (2x 2.00GHz) com Tecnologia Intel Centrino Duo Mobile
Cache: 2MB L2
Memória: 2GB DDR2 667 (2x 1GB), Máx. 4GB
Disco rígido: 250GB SATA
Drives: Gravador DVD±RW com tecnologia LightScribe
Ecran: TFT 15.4″ WXGA (1280 x 800)
Placa Gráfica: nVIDIA GeForce 8400M GS
Memória Placa Gráfica: 128MB (dedicada)
Interfaces: 4x USB 2.0
1x i.LINK (Firewire)
1x TV-Out S-Video
1x S/PDIF
1x VGA
1x DVI-D
Comunicações: Wireless LAN 802.11a/b/g
Rede 10/100
Modem 56Kbps
Bluetooth 2.0 + EDR
Sistema Operativo: Windows Vista Home Premium Português
Expansibilidade: 2x slots de memória (0 disponíveis)
1x slot ExpressCard
Dimensões: 36,5 (L) x 26,95 (C) x 4,05 (A) cm
Peso: 2.76 Kg
Outros: Leitor de cartões 8 em 1
Webcam Integrada de 1.3 Mega-Pixel
Intel Turbo Memory (1 GB)
Garantia: 2 Anos

Cristaltec courtesy. Beautiful.

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- Já lá vão quantos anos? Dez?

- Pois é…

-Estás na mesma…

Isto nem sempre é um elogio.

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Rita Redshoes

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A new star is born in the portuguese music scene: Rita Redshoes is the name of the beautiful girl who’s bright songs put a smile in all our faces. She plays with David Fonseca and sings in duet with him in the popular music Hold Still, so, she is no stranger to the fans. Her beautiful voice and figure cast a spell on the viewers and it’s impossible not to sing along or smile at one of her shows.

Yesterday I attended one of her first concerts in Porto, at PlanoB, a beautiful and well known bar in the northern city. And it was just marvellous. I’m now a devoted fan. I’ve even registered to MySpace just to be able to send her a comment…

Enough chit-chat, I’ll leave you with the video for one of my favourite songs, Hey Tom.

Enjoy.

Hey Tom

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Porto

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It’s a beautiful city.

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I can’t belive it II

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Eu sei que é na concorrência… mas porra, se isto se confirmar mesmo, já são duas vezes num ano que os vou ver, quando esperei a minha vida toda para os ver uma única vez…

Agora perfeito perfeito, era vê-los na Queima do Porto. E não escondo a publicidade à Super Bock, é graças ao dinheiro desses senhores que os vou ver duas vezes este ano…

Nem posso acreditar. E só por causa disso, vai uma das minhas preferidas…Please enable Javascript and Flash to view this Flash video.

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I can’t belive it.

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Oh.

My.

GOD.

Here.

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Os melhores anos da minha vida…

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Tenho muitos amigos e conhecidos, de várias faixas etárias, de várias zonas do país, com as mais variadas profissões e ocupações. E quase todos eles me dizem o mesmo: “Epá, estes são os melhores anos (os da Universidade) da tua vida”. Os que por lá já passaram, vejo-os falar com saudade do tempo de estudante. Os que estão no mesmo pé que eu, sempre os vejo atarefadíssimos com trabalhos e aulas e estudo, mas sempre com um sorriso na cara. Os que estão agora a terminar o percurso sentem já as lágrimas da despedida. Os que agora começam, sentem-se entusiasmados com a nova etapa, tal como eu me senti.

Mas não sinto, de todo, que estes são os melhores anos da minha vida. Não consigo encontrar a mesma vivência durante estes tempos de estudante que grande parte dos meus amigos sente. E isso deixa-me sinceramente triste. Não conseguir perceber tudo o que isto me tem para oferecer, e, pior, não aproveitar.

Muitas razões contribuem para isso. A primeira, e talvez mais óbvia, é ter de dividir o tempo da faculdade e de estudo com o meu trabalho e as responsabilidades que isso acarreta. Isso, por sua vez, diminui automaticamente o tempo livre que tenho disponível para criar laços e experiências memoráveis.

Além disso, a FEUP é uma das maiores comunidades académicas do país. Centenas de alunos por cada ano de cada curso, em instalações com espaço para albergar campos de futebol. Isto faz com que as caras não sejam familiares, os espaços não sejam ocupados pelas mesmas pessoas. Não há habituação, não há espírito de comunidade.

A liberdade na escolha de horários também não facilita. Acabamos por conhecer muito mais gente do que a maioria das pessoas, mas é muito difícil para um grupo de pessoas conseguir ter sempre aulas juntos ao longo dos cinco anos de curso.

O método de ensino assenta muito no auto-desenvolvimento. Enquanto que alguns dos meus colegas ficam na FEUP a estudar e a trabalhar, porque são de longe e moram bem perto da faculdade, eu que sempre morei por aqui, vou para casa, estudo quase sempre sozinho ou com um ou dois amigos perto de casa. Tinha uma vida aqui antes da faculdade, tenho e terei, ao contrário de grande parte dos meus colegas que durante a semana apenas têm a vida académica com que se preocupar.

E por falar em vida académica, a praxe que tanto ouvimos falar antes de chegarmos ao ensino superior não foi capaz de me trazer aquilo que eu precisava. De todos os que por lá conheci, poucos guardo comigo, os outros são companheiros de viagem aos quais saúdo pela companhia. Deixei a capa negra de lado, mal tenho tempo para estudar, então para a usar…

E sem tempo não se desenvolvem laços. Grande parte dos colegas com quem saio moram longe o suficiente para não conseguirmos ir tomar um café ou sair ao fim de semana, mas perto o suficiente para não terem de morar cá.

Aqueles meus amigos que olham com alegria para a sua vida académica, que sentem que vivem os melhores anos da sua vida, passam o dia na faculdade, quer tenham aulas ou não. Eu, neste semestre, nem sequer lá ponho os pés às terças e quartas.

Tenho pena de não aproveitar isto tudo, por estes e tantos outros motivos. Sei que quando estiver lá longe, no fim do meu quinto ano, vou estar triste por terminar este capítulo, mas duvido sentir a dor do estudante que deixa de o ser. Sei que não é mal da FEUP, conheço muita gente que a vive como seria de esperar, é meu. Mas não há muito que eu possa fazer para o alterar. Resta-me esperar que os melhores anos da minha vida ainda estejam para vir.

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Sarah Silverman is fucking Matt Damon and Jimmy Kimmel is fucking Ben Affleck

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Well, after Sarah Silverman f*cked Matt Damon…
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Jimmy Kimmel f*cked Ben Affleck.
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Both songs are pure genius. Hilarious.

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