Archive for the 'Portugês' Category

Acordo Ortográfico – Semear a discórdia.

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Apeteceu-me semear a discórdia hoje. Há opiniões contra e há a favor. Há razões de um lado e do outro. Há razões sentimentais e razões práticas. Acima de tudo há defesas  com unhas e dentes tanto de um lado como do outro. Antes de apresentar os meus argumentos, fico à espera dos vossos.

E digo-vos que sou contra a implementação do acordo ortográfico, que de novo só tem o nome e a notícia.

Agora, discutam.

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Props pró ppl

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Dá jeito ter no teclado. Eh eh eh…

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Boa vida.

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Eu sei.

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– Já lá vão quantos anos? Dez?

Pois é…

Estás na mesma…

Isto nem sempre é um elogio.

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I can’t belive it II

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Eu sei que é na concorrência… mas porra, se isto se confirmar mesmo, já são duas vezes num ano que os vou ver, quando esperei a minha vida toda para os ver uma única vez…

Agora perfeito perfeito, era vê-los na Queima do Porto. E não escondo a publicidade à Super Bock, é graças ao dinheiro desses senhores que os vou ver duas vezes este ano…

Nem posso acreditar. E só por causa disso, vai uma das minhas preferidas…[kml_flashembed movie="http://www.youtube.com/v/BGolY8jE-Wo" width="425" height="350" wmode="transparent" /]

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Os melhores anos da minha vida…

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Tenho muitos amigos e conhecidos, de várias faixas etárias, de várias zonas do país, com as mais variadas profissões e ocupações. E quase todos eles me dizem o mesmo: “Epá, estes são os melhores anos (os da Universidade) da tua vida”. Os que por lá já passaram, vejo-os falar com saudade do tempo de estudante. Os que estão no mesmo pé que eu, sempre os vejo atarefadíssimos com trabalhos e aulas e estudo, mas sempre com um sorriso na cara. Os que estão agora a terminar o percurso sentem já as lágrimas da despedida. Os que agora começam, sentem-se entusiasmados com a nova etapa, tal como eu me senti.

Mas não sinto, de todo, que estes são os melhores anos da minha vida. Não consigo encontrar a mesma vivência durante estes tempos de estudante que grande parte dos meus amigos sente. E isso deixa-me sinceramente triste. Não conseguir perceber tudo o que isto me tem para oferecer, e, pior, não aproveitar.

Muitas razões contribuem para isso. A primeira, e talvez mais óbvia, é ter de dividir o tempo da faculdade e de estudo com o meu trabalho e as responsabilidades que isso acarreta. Isso, por sua vez, diminui automaticamente o tempo livre que tenho disponível para criar laços e experiências memoráveis.

Além disso, a FEUP é uma das maiores comunidades académicas do país. Centenas de alunos por cada ano de cada curso, em instalações com espaço para albergar campos de futebol. Isto faz com que as caras não sejam familiares, os espaços não sejam ocupados pelas mesmas pessoas. Não há habituação, não há espírito de comunidade.

A liberdade na escolha de horários também não facilita. Acabamos por conhecer muito mais gente do que a maioria das pessoas, mas é muito difícil para um grupo de pessoas conseguir ter sempre aulas juntos ao longo dos cinco anos de curso.

O método de ensino assenta muito no auto-desenvolvimento. Enquanto que alguns dos meus colegas ficam na FEUP a estudar e a trabalhar, porque são de longe e moram bem perto da faculdade, eu que sempre morei por aqui, vou para casa, estudo quase sempre sozinho ou com um ou dois amigos perto de casa. Tinha uma vida aqui antes da faculdade, tenho e terei, ao contrário de grande parte dos meus colegas que durante a semana apenas têm a vida académica com que se preocupar.

E por falar em vida académica, a praxe que tanto ouvimos falar antes de chegarmos ao ensino superior não foi capaz de me trazer aquilo que eu precisava. De todos os que por lá conheci, poucos guardo comigo, os outros são companheiros de viagem aos quais saúdo pela companhia. Deixei a capa negra de lado, mal tenho tempo para estudar, então para a usar…

E sem tempo não se desenvolvem laços. Grande parte dos colegas com quem saio moram longe o suficiente para não conseguirmos ir tomar um café ou sair ao fim de semana, mas perto o suficiente para não terem de morar cá.

Aqueles meus amigos que olham com alegria para a sua vida académica, que sentem que vivem os melhores anos da sua vida, passam o dia na faculdade, quer tenham aulas ou não. Eu, neste semestre, nem sequer lá ponho os pés às terças e quartas.

Tenho pena de não aproveitar isto tudo, por estes e tantos outros motivos. Sei que quando estiver lá longe, no fim do meu quinto ano, vou estar triste por terminar este capítulo, mas duvido sentir a dor do estudante que deixa de o ser. Sei que não é mal da FEUP, conheço muita gente que a vive como seria de esperar, é meu. Mas não há muito que eu possa fazer para o alterar. Resta-me esperar que os melhores anos da minha vida ainda estejam para vir.

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Um pouco de publicidade gratuita…

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Eu adoro informática. E novas tecnologias. E tudo isso.

Também adoro música. Toca-la, ouvi-la, falar sobre ela, tudo.

Mas a minha verdadeira paixão (e talento, se existir) é a escrita.  Ainda não tinha cá deixado isso claro. Tenho outro blog onde exercito essa paixão. Então resolvi fazer um pouco de publicidade gratuita. Passem por lá…

I love IT’s. And new technologies. And all that.

I also love music. Play it, hear it, talk about it, all that.

But my real passion (and talent, if I have any) is writing. I’ve failed to mention this here. I have another blog where I practise that passion (mostly in portuguese, sometimes in english and, so far in only one phrase, in italian). So I decided to do some free advertising.  Drop by sometime…

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Ok, isto está a começar a ficar ridículo…

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Já lhe perdi a conta às coisas novas que comprei em pouco mais de um mês. Agora foi o amplificador. Um Crate GX-30M, usado mas em bom estado. Enorme mas com um som bastante razoável. Só o comprei há umas horas, por isso não vou tecer grandes considerações, apenas vos vou mostrar o bicho:

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Olha ali o cachecol de Engenharia, tão bonitinho…

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30 Watts, Overdrive, Reverb, Equalizer and Chorus.

Bitchin’…

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A minha nova miúda

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Parece que têm aparecido muitas miúdas novas ultimamente na minha vida: o meu novo telemóvel, a minha nova bicicleta, e agora, para completar, esta rapariga:

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É verdade. Finalmente resolvi aumentar a minha colecção: a juntar à minha clássica com que aprendi os primeiros acordes e à electroacústica com que me tornei o que sou hoje, comprei ontem, em segunda mão, esta Squier Strat by Fender.

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Exactamente. By Fender. Sou o orgulhoso dono. A Squier foi comprada pela Fender há sensivelmente 25 anos atrás, e, desde então, a Fender tem-na utilizado para chegar a outros sectores de mercado. Uma Squier Strat é basicamente uma Fender Stratocaster
mais acessível aos bolsos de um guitarrista amador. Enquanto que o modelo original ronda os 600€, este não passa dos 350€. Comprei-a por cerca de metade do preço em estado practicamente novo.

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Tem tudo o que uma Fender Stratocaster tem: dois reguladores de tone , um de volume, três pickups simples (pescoço, meio, ponte enviusado), um selector de pickup de cinco posições (só ponte, ponte e meio, só meio, meio e pescoço, só pescoço), um acabamento em preto com placa branca, braço em maple, e trémulo.

Não a estou a tocar há tempo suficiente para a analisar como queria, mas para já estou deliciado com ela. Apenas a altura das cordas é um pouco elevada demais para mim, mas nada que uma afinaçãozinha não resolva.

Agora é só arranjar um amplificador de qualidade and rock on!

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Casa-Ribeira-Casa

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Estou orgulhoso de mim. Há duas semanas atrás, no meu aniversário a minha namorada deu-me uma bicicleta. A minha primeira bicicleta de adulto. Já não andava numa coisa daquelas praí desde os meus 4 ou 5 aninhos.

Desde que a tenho, tenho andado todos os dias, a tentar recuparar a forma, isto de se ser estudante e programador não faz nada bem à barriguinha.

Hoje resolvi fazer um percurso mais longo que o habitual: desde a minha casa, na Cruz de Pau em Matosinhos, até à Ribeira no Porto, pela marginal, e voltar a Matosinhos. Um percurso com um total de cerca de 23km.

Foz

Farol da foz

Ribeira

A minha miúda e a ponte D. Luís

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